quarta-feira, 27 de maio de 2015

Avianca e Azul pedem imaginação para captar clientes

Os problemas da competitividade de preços não afetam apenas as companhias de aviação europeias que se mantiveram afastadas do processo de compra da TAP. No Brasil, as várias empresas fazem ginástica com as suas operações de forma a encher os aviões. E falamos também dos casos da Avianca e Azul, empresas cujos donos estão na corrida pela compra da TAP.
David Neeleman corre por conta própria à TAP. Mas a Azul, que detém no Brasil, continua os esforços para encher aviões e rentabilizar a sua operação. "Promoção hoje é sobrevivência", afirmou o presidente daquela companhia aérea, Antonoaldo Neves, lembrando que o mercado aéreo brasileiro vive um momento muito difícil.
Do outro lado, a Avianca de Germán Efromovich, que é liderada pelo irmão, José Efromovich faz movimentações idênticas. "Estamos indo ao extremo da criatividade para encontrar uma saída", diz o gestor citado pelo Folha de São Paulo.
A penalizar as contas da empresas aéreas está a desvalorização do real face ao dólar e que motivou, por exemplo, o afastamento da Gol da privatização da TAP. Esta desvalorização, no entanto, dá força à intenção destas empresas para vender fora do Brasil.
A TAP, que tem cerca de 30% das suas vendas no Brasil é vista como um trunfo tanto para o dono da Azul como para o dono da Avianca. Ambos acreditam que a companhia portuguesa poderá trazer mais rotas e maior ligação entre a operação que as suas empresas já fazem e a Europa e África.
Dinheiro Vivo
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